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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

ATAQUE CARDÍACO E SEUS SINAIS



Você sabia que 2 semanas antes de um ataque cardíaco, o corpo já emite os sinais do que pode ser algo fatal a você?
Morte por questões cardíacas atingem 25% das estatísticas e  na maior parte das vezes alguns cuidados poderiam a ter evitado. Nada como bons hábitos, boa dieta e atividade física como prevenção de problemas cardiovasculares.
 

Um ataque cardíaco é especialmente insidioso, pois pode acontecer de forma imprevisível. Além disso, 20% dos ataques cardíacos são assintomáticos. Esses ataques cardíacos “silenciosos” prejudicam a saúde da pessoa e é por este motivo que é de extrema importância conhecer os sintomas que podem alertá-lo obre um possível ataque cardíaco. Aqui estão os 6 sinais do infarto do miocárdio:


a- PRESSÃO NO PEITO;
b- FALTA DE AR;
c- FADIGA SEM MOTIVO ESPECÍFICO;
d- SINTOMAS DE GRIPE OU RESFRIADO;
e- SUOR FRIO NA TESTA E CONFUSÃO MENTAL;
f- MUDANÇA DE HUMOR. ( Um  medo sem razão de ser gerado por baixa oxigenação no sangue. Euforia seguida de uma ansiedade sem motivos aparentes, excessivos, podem ser um sinal).

Lembre que esses indícios sozinhos podem não significar nada.

domingo, 3 de maio de 2015

Cura do Cancer é assim... ser alcalino e vegano

Dr. Leonard Coldwell, médico que teria curado a própria mãe de hepatite C , cirrose hepática e câncer, aborda o tema Cura do Câncer dentro do contexto Alcalinização. Essa alcalinização é responsável pelo interrompimento do aumento de células cancerígenas e de tumores.
http://www.youtube.com/watch?v=EfSCFbCFbEc&feature=youtube_gdata_player
A natureza nos dá, através de alimentos, os nutrientes necessários para a cura e manutenção da saúde.
Em janeiro de 2008  e 2009  este blog abordou os temas relativos ao bicarbonato e a dieta vegana. A dieta vegana é a ideal para uma saúde melhor. Mais os valores culturais e sociais devem ser repensados...
Estendendo o tema alimentação, há muito o que falar, então não podia deixar de fora o dr Lair Ribeiro , qua também já defende há tempos a alcalcalinização da água consumida todos os dias. Como somos mal informados a respeito de algo que nos é tão essencial.
https://m.youtube.com/#/watch?v=ZQ-amY64TwY&itct=CBgQpDAYBCITCOv3_evZq8UCFVWSvgodCU4A9jIHcmVsYXRlZEjH2JWE28Kg-hE%3D

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013


"A quimioterapia é o grande erro médico"

, declarou o Hospital Johns Hopkins, de Baltimore, Estados Unidos

Depois de muitos anos de dizer às pessoas a quimioterapia é a única forma de tratar (tratar literalmente) e eliminar o câncer, John Hopkins está finalmente começando a dizer às pessoas que existem alternativas.

Cada pessoa tem células de câncer no corpo. Estas células não são vistas nos testes padrões até que elas se multipliquem em alguns bilhões. Quando os médicos dizem aos pacientes de câncer que não há mais nenhuma célula de câncer após o tratamento, isto significa apenas que os testes são incapazes de detectar porque elas não atingiram o tamanho detectável.

Células cancerosas podem ocorrer de 6 a 10 vezes na vida das pessoas.

Quando o sistema imunológico da pessoa é vigoroso, as células cancerosas serão destruídas e impedidas de se multiplicar e formar tumores.

Quando uma pessoa tem câncer, isto indica que ela tem múltiplas deficiências nutricionais. Isso pode ocorrer por vários motivos, tais como genéticos, ambientais, alimentares e estilo de vida.

Para superar as deficiências nutricionais múltiplas é necessário a mudança de dieta e a inclusão de suplementos, que fortalecerá o sistema imunológico.

A quimioterapia envenena as células cancerosas mas também mata células saudáveis da medula espinal, bem como as do intestino, e pode causar danos a órgãos como o fígado, os rins, o coração e os pulmões.

A radiação, enquanto vai destruindo as células de câncer, também produz queimaduras, cicatrizes e danificam as células saudáveis e órgãos, bem como tecidos.

O tratamento inicial de quimioterapia e radiação, frequentemente reduzem o tamanho dos tumores, mas o uso prolongado de quimioterapia e radiação não resulta na destruição completa dos tumores.

Quando o corpo tem uma carga muito grande de toxinas da quimioterapia e da radiação, e o sistema imunológico está comprometido ou destruído, a pessoa pode sucumbir a vários tipos de infecções e complicações.

Quimioterapia e radiação podem causar células cancerosas e mutação, se tornarem resistentes e difíceis de destruir. A cirurgia também pode causar a invasão de células de outros órgãos.

Uma forma eficaz de combate é parar de alimentar as células cancerosas com os alimentos de que necessitam para se multiplicar.

As células cancerosas são alimentadas:

O açúcar é um alimento de cancro. sem açúcar, corta um dos elementos mais importantes de células cancerosas. Existem substitutos de açúcar tais como sacarina, mas estes são feitos de Aspartame, que é prejudicial. Um substituto natural melhor seria mel. O sal tem um produto químico adicionado para torná-lo branco. A melhor alternativa ao sal é o sal marinho ou sal vegetal.

O leite faz o corpo produzir muco, especialmente no trato intestinal. As células cancerosas se alimentam de muco. Eliminando o leite e substituindo-o por leite de soja, as células cancerosas não têm o que comer, portanto, morrem.

Células cancerosas prosperam em um ambiente ácido. Uma dieta de carne vermelha é ácida. É melhor comer peixe e frango em vez de carne de vaca ou de porco. Carne bovina também contém hormônios e parasitas que são prejudiciais, especialmente para pessoas com câncer. Proteína de carne é difícil de digerir e requer muitas enzimas. A carne não é digerida no intestino e entra em um estado de putrefação e leva à criação de mais toxinas.

Como contribuir para resolver o problema?

A dieta de 80% de vegetais frescos e sucos, grãos inteiros, sementes, nozes, amêndoas e apenas um pouco de frutas ajudam pôr o corpo em um ambiente alcalino. Apenas 20% podem ser de alimentos cozidos inclusive feijões (feijão). Sucos de vegetais frescos proporcionam enzimas vivas que são facilmente absorvidas e alcançam até níveis celulares dentro de 15 minutos de ser consumido, para nutrir e ajudar a construir células saudáveis. Para obter enzimas vivas que ajudam a formar células saudáveis, tente ingerir sucos de vegetais (quase todos com alfafa incluído) e comer alguns vegetais crus 2 ou 3 vezes ao dia. Evite café, chá e chocolate, que contêm muita cafeína. O chá verde é uma alternativa melhor e tem propriedades de combate ao câncer. O melhor é beber água purificada ou filtrada, para evitar toxinas conhecidas e metais pesados da água de torneira. Água destilada é ácida, evite-a.

As paredes das células cancerosas são cobertas por uma proteína muito difícil. Evitando carne, estas paredes liberta mais enzimas que atacam as proteínas destas células, permitindo que o sistema imunológico as destruam.

Alguns suplementos constroem o sistema imunológico (florescimento, Essiac, anti-oxidantes, vitaminas, minerais, ephahs (óleo de peixe) para ajudar as células a lutar e destruir as células cancerosas. Outros suplementos, como vitamina E, são conhecidos por causar apoptose, método normal do corpo de eliminar células indesejáveis ou desnecessárias.

O câncer também é uma doença da mente, corpo e espírito. A atitude mais ativa e positiva vai ajudar a combater o paciente com câncer para se tornar um sobrevivente. A raiva e a incompreensão, também a falta de perdão, coloca o corpo num ambiente de tensão e acidez. Aprenda a ter um espírito amoroso e de perdão com uma atitude positiva é muito benéfico para a saúde. Aprenda a relaxar e aproveitar a vida. Procurar o seu Criador, em oração, Ele vai lhe dar saúde.

As células cancerosas não podem viver em um ambiente oxigenado. Exercícios diários e respiração profunda ajudam a proporcionar mais oxigênio para o nível celular. A terapia de oxigênio é outra maneira usada para destruir as células cancerosas.

1. Não utilizar recipientes de plástico no microondas para esquentar alimentos sólidos ou líquidos.

2. Não congelar água em garrafa de plástico.

3. Não usar tampas de plástico em microondas, devido gotas que podem pingar nos alimentos.

Produtos químicos, tais como dioxinas causam câncer, especialmente câncer de mama. Dioxina é muito destrutivo, especialmente para as células do corpo.

Não coloque no freezer suas garrafas de água de plástico, pois o plástico elimina venenos, dioxina na água. Recentemente, o Dr. Edward Fujimoto, gerente do programa de bem-estar do Hospital Castle, esteve num programa de TV e explicou o perigo da dioxina. Ele disse que colocar recipientes de plástico no microondas, especialmente alimentos que têm gordura, juntamente com a a alta temperatura, elimina dioxinas na comida e, portanto, o nosso corpo as absorve. Em vez disso você pode usar o vidro ou vasilhas de cerâmica para aquecer os alimentos.

A matéria acima só ratifica o artigo sobre a dioxina e nos dá maior responsabilidade em nossas escolhas de estilo de vida. E a sua, qual é?

sábado, 7 de dezembro de 2013

O FUTURO ROUBADO PELA DIOXINA

A dioxina é uma das substâncias químicas mais estudadas no planeta. É encontrada tanto no ambiente como em nossos suprimentos alimentares. É causadora de uma série de adversidades na saúde, incluindo câncer, deformidades de nascimento, diabetes, agressão ao processo de desenvolvimento e do aprendizado, endometriose e anormalidades no sistema imunológico. É o carcinogênico animal mais potente jamais testado anteriormente.

P. O que é a dioxina e como é gerada ?
R. A dioxina é uma família de substâncias químicas que contém carbono, hidrogênio e cloro. Existem 75 (setenta e cinco) diferentes formas de dioxinas, sendo a mais tóxica a 2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina ou TCDD. Esta molécula é mais conhecida comumente como a substância tóxica presente no Agente Laranja*, em Love Canal/New York** e em Times Beach/ Missouri**. 
A dioxina não é produzida deliberadamente. Entretanto é um subproduto não intencional de processos industriais em que se utiliza ou queima gás cloro na presença de materiais orgânicos. 
De acordo com a EPA/USA (nt.: Environmental Protection Agency/Agência de Proteção Ambiental dos USA), as fontes primevas da geração de dioxinas são os incineradores de lixo hospitalar e doméstico, além de queimas desregradas. Fontes adicionais incluem processos industriais que empregam cloro para fabricar produtos de consumo como a resina plástica PVC (polivinil cloreto), agrotóxicos e fábricas de celulose que utilizam cloro para branquear a polpa para o processo de produção de papel branco.
* (nt.: arma química,teria sido a alternativa química à bomba atômica empregada para o término da guerra no Japão. Após a guerra, passa a ser utilizada como herbicida – um de seus nomes comerciais era Tordon. No Vietnam de herbicida retorna à origem, ser arma de guerra).
**(nt.: vazamento ou utilização de óleos contaminados com produtos clorados, na década de setenta. As cidades tiveram que ser evacuadas e “desintoxicadas”).
P. Sabemos se a dioxina está presente em nossos corpos? Como teria chegado lá?
R. De acordo com a EPA, o nível médio de dioxina encontrada na população em geral norte-americana, está num nível, ou próximo, de já ser identificado como gerador de efeitos adversos  em termos de saúde animal e mesmo humana. A EPA dá esta interpretação para informar de que há uma pequena, ou nenhuma, “margem de exposição”, subentendendo-se daí que estamos  perto “do ponto máximo” e que quaisquer exposições adicionais à dioxina podem resultar em efeitos danosos à saúde. Algumas pessoas já atingiram níveis, no limite orgânico, de tal forma que acima deste valor já passariam a sofrer efetivamente lesões em sua saúde física.
A EPA determinou que 90% da dioxina que os norte-americanos estão expostos, provem do alimento que nós regularmente ingerimos como carne, laticínios e peixes. 
Os animais, tanto leiteiro como de engorde, absorvem a dioxina através do pasto ou alimentam–se com produtos que foram contaminados pela dioxina presente na atmosfera ou por aquela que se fixa sobre o solo e as plantas. Assim o animal absorve e acumula dioxina em seus músculos e órgãos que utilizamos como alimento. Acumula-se em nossos organismos quando comemos alimentos ricos em gorduras como carnes de gado e de peixe, além dos produtos lácteos.
As dioxinas presentes na atmosfera podem ser levadas, através do vento, a longas distâncias de suas fontes de geração. Pesquisas demonstraram que a população que vive nas regiões do Ártico apresenta um dos mais altos níveis de dioxinas em seus corpos. 
Somam-se a ela outros poluentes persistentes mesmo que estejam a milhares de quilômetros das fontes mais intensas. Eventualmente, as dioxinas atmosféricas se assentam em regiões diversas quando se transformam no contaminante prioritário de nossos suprimentos alimentares. 
As dioxinas que são descarregadas ou chegam aos lençóis d’água, precipitam-se para o fundo onde se imiscuem com o sedimento.

P. Como as dioxinas afetam nossa saúde?
R. A exposição à dioxina pode levar a uma série de efeitos danosos à nossa saúde incluindo câncer, defeito de nascimento, diabetes, retardamento no desenvolvimento e na aprendizagem, endometriose e anormalidades no sistema imunológico.

A dioxina é um conhecido carcinogênico. A IARC - International Agency for Research on Cancer/Agência Internacional de Pesquisas em Câncer -, uma das filiadas à Organização Mundial da Saúde, classificou-a, em 1977, como um notório carcinogênico humano. Em janeiro de 2001, o Department of Healthy and Human Services’ National Toxicology Program-USA/Programa Nacional de Toxicologia do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos USA classificou-a como carcinogênico humano. O mesmo também fez, em setembro de 2000, o Setor de Saúde da EPA. Neste seu documento, projeta um risco efetivo de câncer de um para cem, para a maioria das pessoas sensíveis que utilizam uma dieta rica em gorduras animais. Em outras palavras, o risco de se ter câncer, acima ou além dos riscos de outras fontes, é de um para cem para algumas pessoas. Este é um cenário profundamente dramático. Isto em relação às pessoas mais sensíveis, em torno de cinco por cento da população que consome dioxina. Para um cidadão médio a EPA estima um nível de risco de um para mil o que é também é um sério risco. O nível geral que considera como “aceitável” é de um para um milhão.
A dioxina causa também uma série de efeitos negativos além do câncer. Estão entre eles, os danos aos sistemas reprodutivo, imunológico, endócrino e ao desenvolvimento tanto de humanos como de outros animais. Estudos em animais mostraram que exposições à dioxina estão associadas com a endometriose, à diminuição da fertilidade, inabilidade de levar a gestação a termo, abaixamento nos níveis de testosterona, decréscimo na contagem de espermatozóides, defeitos de nascimento e inabilidade na aprendizagem. Em crianças, a exposição à dioxina poderá gerar déficit em seus QI’s, efeitos negativos sobre a psicomotricidade e ao neurodesenvolvimento além de alterações comportamentais incluindo-se a hiperatividade. Pesquisas feitas com trabalhadores foram detectados baixos níveis de testosterona, diminuição no tamanho dos testículos e defeitos de nascimento nas proles dos veteranos norte-americanos do Vietnam expostos ao Agente Laranja.

Efeitos sobre o sistema imunológico parecem ser um dos tópicos finais mais sensíveis pesquisados. Estudos com animais mostraram que há um decréscimo nas respostas imunológicas e o incremento na suscetibilidade a doenças infecciosas.
 Em estudos com humanos a dioxina estava associada com a depressão do sistema imunológico e alterações no status imunológico favorecendo ao crescimento de infecções. A dioxina também causa disfunções nas atividades normais dos hormônios, mensageiros químicos que o organismo se utiliza para crescer e manter o equilíbrio orgânico. A dioxina interfere com os níveis dos hormônios da tireóide tanto em crianças como em adultos, alterando a tolerância à glicose e está sendo associada à diabetes.

P. Como o governo está regulamentando a dioxina?
R. Apesar das alarmantes informações a respeito dos perigos da dioxina, o Chlorine Chemistry Council/Conselho das Indústrias Químicas do Cloro desfecharam um ataque para aniquilar quaisquer esforços para eliminar a dioxina ou adotar o princípio da precaução. 
Um dos principais alvos da indústria química foi o trabalho da EPA, chamado “Exposure and Human Health Reassessment of 2,3,7,8-Tetrachlorodibenzo-p-Dioxin (TCDD) and Related Compounds/Reavaliação sobre exposição e saúde humana à 2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina (TCDD) e substâncias correlatas”, que identifica as fontes e os efeitos danosos à saúde e exposição à dioxina. A EPA desenvolveu esta pesquisa durante os últimos vinte anos. Liberou sua minuta final em 2000 e o relatório final esperava-se que tivesse sido liberado em 2001. Infelizmente a EPA continua omitindo o prazo derradeiro e esquiva-se em liberá-lo. Assim que este relatório for liberado a EPA começará a desenvolver políticas adequadas para limitar a quantidade de dioxina liberada em no ambiente. 
A indústria química não quer a publicação deste documento (chamado normalmente como “Reavaliação da Dioxina”) por temor de que isto vá implicá-los numa maior crise em relação à saúde pública.
A EPA estabeleceu algum critério para controlar a quantidade de dioxina que está sendo liberada na atmosfera com os seus “Padrões de Controle Máximos Constatáveis”. Já determinaram os padrões para duas fontes primárias de dioxinas, incineradores de lixos hospitalares e de resíduos sólidos urbanos. O real sucesso, no entanto, na redução das quantidades de dioxinas liberadas no ambiente vem do fechamento ou bloqueio de incineradores de lixos hospitalares e urbanos existentes, através dos esforços empreendidos pelas comunidades locais em todo o país. Agrega-se a isto o movimento feito por ativistas de base que lutaram e venceram, em muitas localidades, com programas para separar e reduzir os volumes de lixos que continham substâncias cloradas, tais como os com PVC, além de clamarem por alternativas tecnológicas para a disposição dos resíduos. É fundamental que continuemos na luta para eliminar a emissão industrial de dioxinas e não só a regulamentação e controle de sua liberação.
Soma-se a isto, a Convenção de Estocolomo quanto aos Poluentes Orgânicos Persistentes (os POP’s) que é uma negociação internacional que tem o objetivo de eliminar as doze substâncias químicas extremamente perigosas entre elas as dioxinas e os furanos. A Convenção foi assinada em maio de 2001 e terá validade depois de ser ratificada por 50 (cinqüenta) países. Mesmo a administração Bush tendo firmado a Convenção de Estocolmo em maio de 2001, os USA ainda não ratificaram o tratado.
P. Quem está trabalhando para eliminar as dioxinas e como posso cooperar? R. O Center for Health,Environment and Justice (CHEJ)/Centro para Saúde, Ambiente e Justiça, coordena a Alliance for Safe Alternatives/Aliança para Alternativas Seguras uma campanha nacional para eliminar as substâncias químicas tóxicas tais como a dioxina. Esta campanha é levada por mais de 500 (quinhentos) grupos, incluindo produtores rurais, grupos de justiça ambiental, grupos religiosos, defensores da saúde pública, veteranos da guerra do Vietnam,cientistas e líderes comunitários, todos trabalhando para excluir as substâncias persistentes do ar, do solo, da água e do alimento. Sabendo que o governo dos USA não está fazendo o bastante na regulamentação efetiva para proteger nossas comunidades destes químicos perigosos, o foco primário da campanha é trabalhar para que tanto no nível federal como local haja legislação e esforço político que extirpem tanto substâncias persistentes tipo dioxinas como suas fontes. Alternativas seguras aos processos produtivos e aos produtos comerciais que geram dioxinas existem. E estão disponíveis e podem ter custos mínimos, gerando enormes benefícios em relação à saúde pública. Os parceiros desta campanha também estão trabalhando para paralisar, bloquear ou limpar totalmente as fontes industriais destas substâncias químicas danosas.

Para saber a respeito dos efeitos da dioxina sobre a saúde, desta campanha nacional ou mesmo o que se pode fazer para se envolver, contatar o CHEJ no fone 703-237-2249 ou pelo dioxin@chej.org, ou visitando o web site –

http://www.chej.org/

 

Texto preparado pelo Center for Health,Environment and Justice.